Financiamentos, compras a prazo, contas recorrentes e outras formas de endividamento assombram as noites de uma grande parcela dos brasileiros. O crédito consignado, muitas vezes, foge dessa “lista de assombrações”, uma vez que o valor da parcela do empréstimo é debitada na fonte, diretamente do salário ou benefício, fazendo com que o beneficiário do rendimento possa considerar o valor menor do benefício como o novo normal. Aí está a primeira armadilha.

A primeira armadilha é esquecer da dívida. Já que o valor da parcela do consignado é sempre igual (não varia) e a prioridade do débito automático tira toda possibilidade do beneficiário do rendimento pensar em dar prioridade para outra conta ou usar o dinheiro, é muito fácil esquecer do empréstimo e considerar o valor reduzido do salário ou benefício como seu “novo normal”. Quando isso acontece, perde-se a chance de bons negócios com refinanciamentos e portabilidade.

A segunda armadilha é fazer o empréstimo por impulso. Apesar da margem consignável ter um limite bastante definido, que pode chegar até 35% do salário ou benefício, não se planejar suficiente antes de contrair o empréstimo pode deixar o beneficiário do empréstimo ainda mais endividado. O ideal é que, ao contrair o empréstimo, tentar avaliar o impacto da parcela no valor que sobre mês a mês, além, é claro, de comparar os juros que pagaria em outro tipo de empréstimo ou financiamento.

A terceira armadilha é não comparar as opções do mercado. A Pimpiano trabalha com diversos bancos e instituições financeiras, estando nas mãos do agente de crédito simular o empréstimo em diferentes instituições e produtos, oferecendo a proposta mais adequada de acordo com o perfil do cliente. Ao receber uma ligação ou ser abordado por alguém oferecendo empréstimo consignado, é importante comparar as condições e optar pela opção mais vantajosa e confiável.

A quarta armadilha é não dar atenção aos detalhes. O crédito consignado é um empréstimo, devendo-se dispensar atenção total na leitura do contrato, nas taxas expostas nele, no valor das parcelas e no número de parcelas. Mesmo que confie na instituição que está concedendo o empréstimo, é importante se certificar que entendeu tudo e que não houve nenhum erro na elaboração do contrato.

A quinta armadilha é fazer um depósito antes de receber o dinheiro. Essa armadilha não é relacionada diretamente ao crédito consignado, trata-se na verdade de um golpe comum relacionado a qualquer tipo de empréstimo. Nesse golpe o estelionatário solicita ao interessado um depósito com motivos como “taxa de abertura de conta”, “adiantamento de parcela” e outros. É importante saber que você não precisa pagar antecipado para obter um empréstimo consignado, e ficar atento aos golpes aplicados com essa justificativa.

A sexta armadilha é não avaliar bem as prioridades. Existem razões incontestáveis onde um empréstimo consignado vale a pena, como, por exemplo, trocar dívidas com juros maiores, pagar uma despesa inesperada, usufruir de uma viagem merecida ou aproveitar uma boa oportunidade de negócio, porém, quando o empréstimo é contraído para despesas de consumo, despesas recorrentes ou, até mesmo, para ajudar terceiros, é importante avaliar se o comprometimento da sua margem consignável não vai prejudicar suas saúde financeira num futuro próximo.

O empréstimo consignado oferece taxas de juros mais atraentes justamente porque as parcelas têm maior garantia de serem pagas, uma vez que são debitadas direto em folha, reduzindo assim os riscos para o banco. Pagar menos juros em um empréstimo é uma grande vantagem, mas toda transação financeira deve ser usada com responsabilidade.

Sempre que contatar um agente de crédito autorizado da Pimpiano, converse sobre suas intenções com o empréstimo, peça sugestões e aproveite ao máximo os conselhos financeiros desse profissional.